13 de dezembro de 2010

Quick Massage

A Quick Massage, também conhecida como massagem expressa, é indicada para quem procura um atendimento rápido, principalmente para pessoas que possuem pouco tempo e que sofrem com as conseqüências da agitada vida urbana.

   Com a correta aplicação da técnica, o paciente sentirá alivio imediato de dores, cansaço físico e mental, stress,desconforto muscular, dor de cabeça, além da melhoria na circulação sanguínea e da reativação da energia perdida no dia a dia.
   
Massagem Express em São PauloÉ uma técnica de massagem que é realizada numa cadeira especialmente projetada onde o paciente fica numa posição muito confortável e relaxante, o que permite que o massagista possa trabalhar de maneira fácil e com ótimos resultados a região cervical, ombros, membros superiores e região dorsal.
 As sessões de "Quick Massage" tem duração média de 15-20 minutos e são aplicadas nos músculos do pescoço, ombros, braços, mãos e costas.
Obs.: serviço disponível também para atendimento em empresas para no mínimo 10 atendimentos

LESÃO DO LIGAMENTO CRUZADO POSTERIOR - JOELHO

 














O ligamento cruzado posterior(LCP), é um dos ligamentos centrais da articulação do joelho, localizado posteriormente ao ligamento cruzado anterior(LCA). Promove, em conjunto com o LCA, a estabilização da articulação no plano ântero-posterior,sendo também um importante estabilizador das forças rotacionais que atuam no joelho.
O LCP possui em média 4 cm de comprimento e aproximadamente 1,3cm de largura, sendo portanto mais espesso e mais resistente que o LCA. Tem sua origem no fêmur(côndilo medial), no lado oposto do LCA(côndilo lateral) e sua inserção na tíbia, posterior à inserção do LCA.



A lesão do LCP é menos comum, e normalmente está relacionada a trauma direto com um grau de energia elevado e não muito comum em entorses. O mecanismo mais usual de lesão é o trauma na perna com joelho em flexão, ocasionando posteriorização da tíbia, um exemplo deste tipo de trauma ocorre nos acidentes automobilísticos em que o passageiro bate a perna contra o painel do veículo no momento da colisão.




Com relação aos sintomas, após o trauma é comum ocorrer dor , derrame articular e dificuldade para flexão ou extensão do joelho. Passada a fase inicial podem ocorrer sintomas de instabilidade da articulação, como sensação de falseio ou sentir o joelho “desencaixar”, porém o sintoma mais comum é DOR na parte posterior do joelho ao realizar movimento ou mesmo ao andar.
O diagnóstico é realizado através de manobras para teste da estabilidade do joelho(ex: teste da gaveta posterior), radiografias com stress posterior da tíbia também são de grande valia, porém o exame “gold standart” é a Ressonância Nuclear Magnética, através do qual é possível mensurar se a lesão foi completa ou não, além de possibilitar a avaliação de outros ligamentos e estruturas que também podem ter sido afetadas no momento da lesão, o que pode ajudar no direcionamento do tratamento.

Abaixo imagens de exame de Ressonância Nuclear Magnética, mostrando o ligamento cruzado posterior íntegro (figura 1) e o ligamento com lesão (figura 2):









FIGURA 1









FIGURA 2



O tratamento de lesões parcias isoladas (aquelas em que somente o LCP foi afetado e parte das fibras ainda permanecem íntegras), normalmente têm bom prognóstico com tratamento conservador, que consiste em proteger o membro afetado com imobilizador na fase inicial e reabilitação fisioterápica com exercícios de cadeia cinética fechada em uma fase mais tardia, sendo que o tempo médio de tratamento gira em torno de 3 a 4 meses (período em que o paciente não deve realizar exercícios de impacto e/ou com mudanças de direção). O tratamento das lesões completas e/ou associadas(outras estruturas afetadas - normalmente as estruturas da porção póstero-lateral), que cursam com os sintomas clínicos descritos acima, são de tratamento cirúrgico.
A cirurgia, consiste na reconstrução do ligamento (e quando necessário das estruturas associadas), realizada através de vídeo-artroscopia sendo utilizado enxerto de tendões do próprio joelho afetado, ou até mesmo do outro joelho em casos mais complexos, para substituir o ligamento lesado. Atualmente utilizamos material bioabsorvível para fixação do enxerto, que normalmente demora um período médio de 06 meses para integração óssea, período no qual o paciente ficará com imobilizador (nas primeiras 04 semanas pós cirurgia) e iniciará um programa de reabilitação fisioterápica durante os meses seguintes. Devido à localização do ligamento a ser reconstruído, trata-se de um procedimento complexo, porém, atualmente, devido aos avanços na técnica operatória, apresenta bons resultados, permitindo até mesmo retorno à prática de esportes.

FISIOTERAPIA E RETORNO AS ATIVIDADES DE VIDA DIÁRIA
Fase I         (1º semana): objetivo – controle da dor e edema
repouso relativo
exercícios isométricos para quadríceps
marcha com muletas e carga parcial

Fase II  (2º a 4º semana): objetivo – ganhar arco de movimento  (mínimo de 0º a 90º)
2º semana: exercícios isométricos, flexão ativa (em prono ou sentado) e mobilização da patela.
3º semana: inicia bicicleta estacionária sem carga
4º semana: acrescenta ½ kg de carga nos exercícios isométricos.

Fase III  (2º mês): objetivo – iniciar ganho muscular e controle motor
retirada das muletas
alongamento de isquiotibiais
treinamento de marcha
carga progressiva nos exercícios isométricos

Fase IV (3º e 4º meses): objetivo – incentivar ganho muscular e propriocepção
inicio das atividade em academia de ginástica
exercícios de cadeia cinética fechada – bicicleta, “leg press”, mesa flexora, “stepper”, cadeira imaginária e propriocepção.
exercícios isométricos

Fase V (após 4 meses): treinamento dos exercícios de impacto
Inicia corrida progressiva (esteira ou pista)
alongamentos gerais

Fase VI (após 6 meses): treinamento esportivo e programa de manutenção
(exercícios aeróbicos e localizados)
incentivado o treinamento esportivo sem competição.

Fase VII (após 9 meses): retorno ao esporte competitivo

2 de dezembro de 2010

Fisioterapia

EU VISTO ESTA CAMISA!!!




Video

http://youtu.be/jdaG_HJRmxY

Se é que a fisioterapia pode ser resumida... neste video diz muita coisa sobre...
Vale a pena assistir e relembrar de alguns valores que a tempo estão esquecido.

Banho de Contraste


Essa técnica consiste numa alternância entre o calor e o frio, onde os objetivos são vasomotores, isso é, alterações circulatórias que o agente frio e o calor promovem nos tecidos.
Os vasos sanguíneos dilatam quando é aplicado calor, e estreitam com a aplicação de frio. Esta mudança de calibre dos vasos sanguíneos estimula a circulação.
Alguns problemas comuns que são muito beneficiados pelo uso do banho de contraste:
-Infecções – especialmente das mãos e dos pés;
-Lesões nos músculos e articulações;
-Artrite;
-Fraturas Ósseas;
-Pés e tornozelos inchados.
Prepare duas bacias com água. Uma com água quente por volta de 40°C a 45°C (experimente colocando o cotovelo na água, com se faz para verificar a banheira de bebês).
Conserve a água quente à temperatura desejada, adicionando mais água quente à medida que for necessário.
A outra bacia deve contar água com algumas pedras de gelo a aproximadamente 15°C (gelado, mas suportável).
Coloque a parte do corpo afetada completamente na água quente durante 3 minutos. Passados os 3 minutos, mude para a água fria durante 30 a 60 segundos. Repita de 3 a 5 vezes, acabando com o frio.


Ginastica Laboral

Vimos nos últimos tempos como a postura inadequada no posto de trabalho pode levar às pessoas a ter problemas diversos de saúde interferindo de modo negativo na qualidade de vida dos trabalhadores e custo do empregador.
Empresários inteligentes vêm buscando alternativas para diminuírem esse custo com despesas médicas e ou afastamentos de empregados acometidos por doenças do trabalho justamente quando esses têm mais experiência profissional. A perda é tanto do empregado como do empresário. Medidas simples podem ser adotadas tais como, rotatividade nas funções, treinamentos periódicos sobre ergonomia, saúde e segurança no trabalho, incentivo à atividade física, postos de trabalho adequados e implantação da ginástica laboral, uma atividade física simples cujo objetivo é o relaxamento e a quebra de rotina dos movimentos repetitivos de algumas funções. Quem trabalha digitando visa prevenir a L.E.R. (Lesões por Esforços Repetitivos), uma doença, cujos índices aumentou muito com a evolução da informática. Quem trabalha em pé, pode evitar dores na coluna e problemas circulatórios.
É importante frisar que apesar de simples a ginástica laboral deve ser adequada a cada tipo de trabalho em função das posturas adotadas e problemas de saúde a que estão sujeitos. Por isso, o profissional de Educação Física deve ter conhecimento mais amplo nas áreas de fisiologia do exercício, ergonomia, técnicas de relaxamento, alongamento, segurança do trabalho, medicina ocupacional, massagem e dinâmica de grupo. Não é simplesmente trazer a filosofia de academia para os postos de trabalho porque o objetivo é outro. Se o profissional tiver ainda uma visão gerencial, melhor ainda porque fica mais fácil negociar com os gerentes. Depende deles “comprar a idéia” da Ginástica Laboral. Se eles não forem convencidos o projeto não emplaca e para convencê-los é preciso, como se diz no popular, falar a mesma linguagem do cliente. Isso implica conhecer o foco, o ramo de negócio, o perfil e a cultura da empresa que o profissional de Educação Física se candidata a prestar serviços. Implica ainda conhecer as leis trabalhistas, estar atualizado com o programa da Qualidade e mostrar para seu cliente a tendência atual de mercado das empresas em desenvolvimento. Investimento no ambiente de trabalho. Empregados satisfeitos rendem mais pelo simples fato de serem mais prestativos e colaboradores. O empresário que os trata como peças descartáveis não tem mão de obra especializada e será pequeno sempre.
Quanto ao profissional de Educação Física, graduado ou provisionado na categoria “ginástica” tem a competência de ministrar as aulas de Ginástica Laboral de acordo com a resolução 073/04 do CONFEF (Conselho Federal de Educação Física) e a lei 9696/98.

Uma idéia que costuma não dar bons resultados é o empresário dispensar os serviços profissionais e continuar a Ginástica Laboral com os chamados multiplicadores que são empregados da própria empresa sem habilitação em Educação Física, achando com isso estar economizando. Além disso, se caracterizar em exploração de mão de obra barata e exercício ilegal da profissão, o suposto barato pode sair muito caro. O empregado se demitido ainda pode requerer na Justiça direitos ao acúmulo de funções e no caso não faltará provas. Outra agravante é que, sem formação e informação os multiplicadores fatalmente poderão estar contribuindo com um risco ainda maior na saúde dos empregados.
Uma dissertação de Angeliete Garcez Militão na obtenção de título de mestre em Engenharia de Produção evidenciou que a Ginástica Laboral quando orientada pelo profissional de Educação Física reduz significativamente problemas relacionados a dores, desanimo, falta de disposição, insônia, irritabilidade, promovendo melhor qualidade de vida. Quando a orientação é feita somente por multiplicadores, os empregados no mínimo deixam de ganhar benefícios ficando o programa muito limitado. Os multiplicadores são muito úteis desde que estejam sob responsabilidade e orientação de um profissional de Educação Física. Melhor ainda se esse programa estiver composto por uma equipe multidisciplinar de saúde. Determinados problemas podem ser avaliados e tratados individualmente sem afastamento do empregado. Empresários inteligentes investem na força de trabalho. Trabalhe para viver... Não para morrer!!!

1 de dezembro de 2010

ATENDIMENTOS

Fisioterapia Convencional
Fisioterapia aplicada a Ortopedia
Fisioterapia aplicada a Reumatologia
Fisioterapia aplicada a Neurologia
RPG
Pilates na Bola
Drenagem Linfática Manual
Auriculoterapia
Atendimentos Domiciliares
Massagem Quick (15min)

Ligue e agende seus Horários  41980884

A Fisioterapia e suas área de Atuação

A Fisioterapia pode ser definida em sentido amplo, a ciência que estuda o movimento humano e que utiliza recursos físicos no tratamento e cura. Com o sentido restrito à área de saúde, está voltada para o entendimento da estrutura e mecânica do corpo humano. Ela estuda, previne e trata os distúrbios, entre outros, da biomecânica e funcionalidade humana decorrentes de alterações de órgãos e sistemas humanos. Além disso, a Fisioterapia estuda os efeitos benéficos dos recursos físicos e naturais sobre o organismo humano. É a área de atuação do profissional formado em um curso superior de fisioterapia. O fisioterapeuta é capacitado a avaliar, reavaliar, prescrever (tratamento físico, órteses, próteses), dar diagnóstico cinesiológio-funcional, prognóstico, intervenção e alta, dentro de sua tipicidade assistencial.
É administrada em consultórios, clínicas, centros de reabilitação, asilos, escolas, domicílios, clubes, academias, residências, hospitais, empresas, unidades básicas ou especializadas de saúde, pesquisas, entre outros, tanto por serviços públicos como privados.
A Fisioterapia atua nas mais diferentes áreas com procedimentos, técnicas, metodologias e abordagens específicas que tem o objetivo de avaliar, tratar, minimizar problemas, prevenir e curar as mais variadas disfunções.
Além disto, a complexidade da profissão reside na necessidade do entendimento global do ser humano através da Anatomia, Citologia, Fisiologia, Embriologia, Histologia, Biofísica,Biomecânica, Bioquímica, Cinesiologia, Farmacologia, Neurociências; além da Antropologia, Ética, Filosofia, Sociologia, Deontologia, Bioimagem e outras ciências de formação geral.
Uma formação curricular consistente permite ao fisioterapeuta, em sua avaliação ou consulta, a formulação do diagnóstico fisioterapêutico (cinesiológico-funcional), de acordo com a normatização profissional do Brasil.[1]
A fisioterapia foi regulamentada oficialmente no Brasil pelo Decreto-Lei nº 938 em 1969 e pela Lei Federal nº 6.316 em 1975. Santa Alphais é considerada a padroeira dos fisioterapeutas.
Prevenção

A atenção fisioterapêutica propicia o desenvolvimento de ações preventivas primárias, secundárias e terciárias. Mesmo antes da doença atingir o horizonte clínico, ou seja, de exibir sinais e sintomas, podem ser desenvolvidas intervenções preventivas.
Em indivíduos sob atenção do Fisioterapeuta para recuperação funcional de lesões e/ou disfunções, ações preventivas mais complexas podem ser desenvolvidas, como por exemplo, a prevenção de incapacidade respiratória numa vítima de um dado quadro neurológico.
No âmbito da saúde comunitária, podem ser desenvolvidas ações preventivas visando a minimização de disfunções decorrentes de doenças crônico-degenerativas, prevenção de condições biomecanicamente desfavoráveis, escola de postura, dentre outras ações. É crescente a solicitação da sociedade para que o Estado disponibilize com maior efetividade a atenção fisioterapêutica.
No Brasil, a 13.ª Conferência Nacional de Saúde realizada em Brasília/DF de 14 a 18 de novembro de 2007 aprovou por unanimidade uma política pública de saúde funcional pelo Sistema Único de Saúde.

 Processo de reabilitação
Trata-se de um processo multiprofissional visando a reinserção bio-psico-social do paciente. Tem por objetivo restaurar os movimentos e funções comprometidas depois de uma doença ou acidente, até tornar possível devolver o indivíduo a seu lugar anterior na sociedade, ou o mais perto disto (mais funcional/autônomo possível). Não se pode afirmar que a reabilitação foi um sucesso se o indivíduo recuperado total ou parcialmente não conseguir retornar à sua função social de origem, igual ou próximo ao desempenho anterior ao acidente ou doença. O fisioterapeuta trabalha também como integrante de equipes multiprofissionais de saúde funcional juntamente com enfermeiros, terapeutas ocupacionais, educadores físicos, fonoaudiólogos, psicólogos e médicos. Na resolução CNS n.º 44 de 1993 no Brasil, na gestão do ministro Jamil Haddad na Saúde e inspirado nos princípios do SUS, optou-se pela designação de profissional de saúde no lugar de paramédico nos documentos oficiais, e em extensão a expressão equipe de saúde melhor define o trabalho em equipe interdisciplinar em qualquer área, cuja autonomia dos profissionais envolvidos não fere a equipe mas, ao contrário, é a base de um trabalho em respeito mútuo.

 Reintegração

Fase final do processo de reabilitação de grandes incapacitados, reintegrar a pessoa à sociedade é nobre objetivo da atenção fisioterapêutica, após uma terapeutização resolutiva. Em pessoas que sofreram seqüelas irreversíveis (paralisia,lepra, lesões nervosas ou músculo-tendíneas incapacitantes), tal reintegração se dá mediante o treinamento e adaptação dos pacientes às suas potencialidades (com uso ou não de órteses e/ou próteses), para um grau o maior possível de autonomia comunitária e conseqüente interação social.

Recursos fisioterapêuticos

Os procedimentos da Fisioterapia contribuem para a prevenção, cura e recuperação da saúde. Para que o fisioterapeuta eleja os procedimentos que serão utilizados, ele terá de proceder à elaboração do diagnóstico Cinesiológico Funcional identificando a abrangência da disfunção, assim como acompanhar a resposta terapêutica aos procedimentos indicados pelo próprio profissional. Eis os mais conhecidos e utilizados recursos fisioterapêuticos:
  • Cinesioterapia - Terapia pelo movimento. São procedimentos onde se usa o movimento com os músculos, articulações, ligamentos, tendões e estruturas do sistema nervoso central e periférico, que têm como objetivo recuperar a função dos mesmos. A reeducação postural é um princípio da cinesioterapia: tratar deformidades da coluna ou problemas de postura com exercícios de alongamento e de fortalecimento muscular. Um dos caminhos é o popularmente conhecido no Brasil como RPG, porém pouco difundido na Europa, aonde se prefere os termos Cadeias musculares de Mezière ou Cadeias diagonais de Busquet (oblíquas, transversas), entre outras.
  • Eletroterapia - Recurso que utiliza a eletricidade em inúmeros tratamentos e estimulação, como o TENS e o FES.
  • Termoterapia - Terapia que utiliza o calor como forma de tratar diversas patologias.
  • Fototerapia) - Utiliza aparelhos geradores de luz em diversos tratamentos.
  • Mecanoterapia - Procedimento com aparelhos mecânicos para fortalecer, alongar, repotencializar a musculatura e reeducar movimentos comprometidos.
  • Massoterapia - Conjunto de abordagens terapêuticas visando a mobilização/manipulação de segmentos articulares, músculos, nervos e fáscias e trações segmentares e axiais. Os procedimentos manipulativos estimulam a dinâmica circulatória e a mobilidade dos tecidos e segmentos.
  • Hidroterapia - Cinesioterapia realizada em ambiente aquático.
  • Crioterapia - Emprego de gelo como procedimento terapêutico, geralmente em segmentos para tratamento de contusões e torções.
  • Equoterapia (ou Hippoterapia) - reconhecido oficialmente como recurso terapêutico por resolução do Coffito de n.º 348, de 27/03/08. Trata-se do tratamento com auxílio do cavalo: este influencia o paciente, ao invés do paciente controlá-lo. O paciente é colocado sobre o cavalo e responde ativamente aos seus movimentos, enquanto o terapeuta, com o auxílio do auxiliar guia, determina a direção do percurso, a posição da cabeça e a velocidade do cavalo, assim como analisa as respostas do praticante fazendo os ajustes necessários para cada situação.
Além destes recursos, há vários outros mais recentes e menos conhecidos e utilizados, entre eles estão:

 Ensino e estágios
Os primeiros cursos de Fisioterapia no Brasil remontam à década de 1950 e a partir dos anos 1960 são primeiramente reconhecidos como superiores na USP, na ABBR (RJ), na FCMMG, na UFPE e na Baiana. Atualmente, estão catalogados 499 cursos em todo o Brasil. A ABENFISIO - Associação Brasileira de Ensino em Fisioterapia é a entidade representativa do segmento e foi fundada durante a realização do 14.º Congresso Brasileiro de Fisioterapia de SALVADOR-BA em 1999, elegendo sua primeira diretoria em abril de 2001, em Santos/SP - Unisanta, durante o 4.°Fórum Nacional de Docentes em Fisioterapia.
Estágios em Fisioterapia submetem-se às exigências da lei federal n.º 11.788, de 25 de setembro de 2008, nos aspectos gerais da atividade, e enquadram-se nos aspectos específicos, enquanto área assistencial da saúde, na resolução normativa do COFFITO n.º 153/93,[2] que complementa a de nº 139/92 e que estabelece uma relação de no máximo 6 alunos para um preceptor, e nas recomendações da ABENFISIO do Forum de João Pessoa de 2006 para uma adequada supervisão docente.

Áreas da Fisioterapia

  • Fisioterapia pediátrica, Neonatológica e Hebeátrica - Especialidade que utiliza de métodos e técnicas próprias para o tratamento de enfermidades de recém-nascidos, crianças e adolescentes.
  • Fisioterapia geriátrica e gerontológica - Estuda, previne e trata as disfunções decorrentes do processo de envelhecimento, mediante a administração de condutas fisioterapêuticas, prevenindo problemas funcionais e promovendo a recuperação funcional global de pessoas idosas.
  • Fisioterapia dermato-funcional - Especialidade da Fisioterapia que diagnostica, estuda e trata as afecções dermatológicas e intertegumentares.
  • Fisioterapia do trabalho (ou fisioterapia laboral) - Atua em empresas e/ou organizações detentoras de postos de trabalho, intervindo preventivamente e/ou terapeuticamente de maneira importante para a redução dos índices de doenças ocupacionais.
  • Fisioterapia uroginecofuncional e Obstétrica - A Fisioterapia aplicada à uroginecologia tem como principal objetivo a prevenção e o tratamento de disfunções urinárias, fecais e sexuais, por meio de recursos diversos, entre eles a reeducação do assoalho pélvico e musculatura acessória, os quais serão submetidos a exercícios de fortalecimento. A Fisioterapia Obstétrica se baseia em promover uma melhor adaptação da mulher às mudanças do seu corpo no período de gestação, preparando todas as suas estruturas para o parto.
  • Fisioterapia neurofuncional - Área da Fisioterapia que visa ao estudo, diagnóstico e tratamento de distúrbios neurológicos que envolvam ou não disfunções motoras; por exemplo, pacientes que sofreram um acidente vascular encefálico (AVE). A fisioterapia neurofuncional induz ações terapêuticas para recuperação de funções, entre elas a coordenação motora, a força, o equilíbrio e a coordenação. A terapêutica em Fisioterapia neurológica baseia-se em exercícios que promovam a restauração de funções motoras, de forma a resolver deficiências motrizes e aperfeiçoar padrões motores, com importante fundamentação nos princípios neurofisiológicos da facilitação neuromuscular proprioceptiva.
  • Fisioterapia traumato-ortopédico-funcional - Estuda, diagnostica e trata as disfunções musculoesqueléticas, de origem ortopédica ou decorrente de traumatismos, além de doenças de origem reumatológica. Utiliza os recursos terapêuticos para aumentar a capacidade de movimentação, estimular a circulação e diminuir as dores de pacientes com fraturas, traumas musculares e entorses.
  • Fisioterapia Respiratória - Conjunto de procedimentos fisioterapêuticos que visam melhorar a dinâmica respiratória e a distribuição do ar inalado no pulmão, remover secreções brônquicas, obtendo assim melhor função respiratória. Além das técnicas manuais, existem diversos equipamentos que auxiliam na obtenção destes resultados.
  • Fisioterapia Orofacial - Atua principalmente na saúde bucal em conjunto com a Odontologia, tratando de disfunções da articulação temporomandibular, além de tratar disfunções relacionadas à deglutição, sucção, problemas oculares e pré e pós-operatório de cirurgias plásticas faciais.
  • Fisioterapia Esportiva - Atua diretamente nas atividades esportivas, na preparação, prevenção e recuperação de lesões no processo de reabilitação de atletas em clubes, times, academias, etc.
  • Fisioterapia manipulativa - A Fisioterapia Manipulativa Musculoesquelética ou Terapia Manual Ortopédica é uma área de especialização da Fisioterapia que lida com o manejo de condições neuro-músculo-esqueléticas, embasada no raciocínio clínico, usando abordagens de tratamento altamente específicas incluindo técnicas manuais e exercícios terapêuticos. A Terapia Manual Ortopédica ou Fisioterapia Manipulativa Musculoesquelética também abrange e é conduzida pelos dados científicos disponíveis, evidência clínica e pelo quadro biopsicosocial de cada paciente.
  • Fisioterapia oncofuncional - A Fisioterapia Oncofuncional tem como objetivo preservar, manter, desenvolver e restaurar a integridade cinético-funcional de órgãos e sistemas do paciente, assim como prevenir os distúrbios causados pelo tratamento oncológico.
Além dessas, há outras áreas em constante crescimento e desenvolvimento como:

 Especialidades reconhecidas pelo Coffito no Brasil

Referências

  1. Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional: RESOLUÇÃO Nº. 80, DE 9 DE MAIO DE 1987. (Diário Oficial da União nº. 093 - de 21/05/87, Seção I, Págs. 7609), acessado em 24 de abril de 2008
  2. Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional: RESOLUÇÃO Nº. 153, DE 30 DE NOVEMBRO DE 1993. (Diário Oficial da União nº. 247 - de 28.12.93, Seção I, Pág. 20925), acessado em 11 de janeiro de 2009